Quando a imprensa diz que o vídeo ataca o Congresso e não há nem citação à deputados os jornalistas mostram sua face.

Bolsonaro se fortalece e a imprensa fica cada vez mais sem credibilidade toda vez que distorce e mente .

A máxima de Joseph Goebbels de que uma mentira repetida mil vezes se torna uma verdade, não funciona em tempos de internet.

Basta ver o que acontece com Trump nos EUA, ou a eleição de Bolsonaro no Brasil.

Houve uma mudança de paradígma na política e no jornalismo que não foi percebido pela mídia.

Como exemplo clássico de mudança de paradigma temos que no início do século XX em São Francisco EUA, os fabricantes de carruagens se reuniram para deter o avanço do automóvel. Eles não perceberam que o automóvel era o novo e a carruagem estava ultrapassada.

Na eleição de 1989 para presidente ,a Rede Globo editou de maneira tendenciosa o debate. Em uma edição do Jornal Nacional ás vésperas da votação foi feita uma edição em que o Candidato Fernando Collor foi beneficiado de maneira vergonhosa. A Globo elegeu Collor, e ainda acha que tem o mesmo poder. Hoje com o Youtube a Globo não obteria sucesso, como não esta obtendo. Bastaria consultar o Youtube para rever o debate.

Quando a jornalista Vera Magalhães diz que o presidente divulgou vídeo convocando para manifestações para atacar o Congresso deixa claro sua intenção. Basta ver os vídeos. Quem vê os vídeos não fica indignado com o presidente, mas com a jornalista que publicou a manipulação. Não estamos em 1989 e a imprensa não percebeu. Vivemos uma nova época , ninguém forma opinião consultando só uma fonte, houve uma mudança de paradigma.

Veja os dois vídeos juntos ;

Se você viu estes dois vídeos e achou que houve ataque ao Congresso seu lugar é em casa em 15 de março.

Mas se você acha que nossa democracia esta ameaçada por armação da imprensa e de políticos corruptos e oportunistas seu lugar é na rua.

Nossa democracia esta ameaçada só o povo na rua em uma manifestação pacífica e ordeira para impedir isto.

Curvelo (MG) 27/02/2020 – 08:37h

José Carlos Martins

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *