Estudo brasileiro aplica superdosagem de Cloroquina em pacientes para gerar mortes e desacreditar remédio.

Médicos cometeram crime contra a humanidade ao testar uma overdose sem necessidade.

A pesquisa — que não foi revisada por membros da academia científica ou publicada em revistas do setor, mas divulgada em um servidor virtual de informações da área da saúde chamado medRxiv, no sábado — cita 81 pacientes que foram hospitalizados com sintomas de COVID-19 em Manaus. Os pacientes foram incluídos no estudo antes de receberem uma confirmação do laboratório de que estavam com a doença.

Para os testes, eles receberam uma dose alta de cloroquina (600mg duas vezes ao dia por 10 dias, uma dose total de 12g) 

Isso é 3 veses a dosagem recomendada. E eles usaram o Cloroquina, uma versão menos segura da hidroxicloroquina.

Mike Coudrey,  CEO da  yukosocial escreveu em seu Twiter :

Eles não apenas tiveram uma overdose de seus pacientes, como os “pesquisadores” tiveram a audácia de concluir o estudo dizendo “A cloroquina é perigosa e não é eficaz no tratamento do COVID-19”.

Eles tomaram uma overdose desses pacientes, dando a eles 3x a quantidade e uma versão menos segura da droga.

A dosagem normal para o tratamento de COVID-19 é:

-200 mg de hidroxicloroquina, duas vezes ao dia por 10 dias.

Não 1200mg. Não 900mg. Não cloroquina.

Já se conhece a dosagem segura, foi uma irresponsabilidade muito grande intoxicar “cobaias” para provar que a Cloroquina pode matar.

Estes médicos precisam ser responsabilizados por estas mortes desnecessárias , este método de pesquisa chega a lembrar as pesquisas mortais do médico alemão Josef Mengele, o anjo da morte.

Referências : CNN BrasilTwitter Mike Coudrey

Curvelo (MG) 14/04/2020 – 21:21h

José Carlos Martins
5 comments to “Estudo brasileiro aplica superdosagem de Cloroquina em pacientes para gerar mortes e desacreditar remédio.”
  1. Achei estranho a reportagem (jornal BDAMZ)fazer referência apenas ao grupo de pacientes que tomaram a superdosagem. E morreram boa parte infelizmente….Porém, nada disseram do resultado do teste no outro grupo que foi ministrado doses menores.

  2. Amigo, você deveria citar as fontes de suas posições. Isso é um caso de saúde pública. Por favor, não divulgue informações caso não tenha estudado o assunto. E quando divulgar, CITE as fontes.

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