Deputado Coronel Henrique entrega proposta Escola Cívico Militar

Foi entregue a Júlia Sant’anna, secretária de Educação de Minas Gerais,  pelo Deputado Estadual Coronel  Carlos Henrique a proposta da Escola  Cívico  Militar.

Em reunião realizada em 16 de janeiro  foi apresentada a viabilidade do Projeto Escola Cívico  Militar, O Coronel Henrique esclareceu a Secretária de Educação que haverá verba federal para o projeto.

São as promessas sendo cumpridas. Bolsonaro sempre deu grande importância a questão da Educação e em campanha falou em aumentar  número  de colégios militares nos estados .

O Deputado estadual Coronel Carlos Henrique em reunião com o Direita Curvelo e  os curvelanos, ainda durante a campanha, assumiu o compromisso de  lutar pela educação e fortalecer o PROERD.

Estamos acompanhando as promessas sendo cumpridas e o país mudando.

Mas o que é Escola Cívico Militar ?

Foi  assinado dia 02 de janeiro pelo presidente Jair Bolsonaro determinou que o Ministério da Educação passe, a partir de agora, a avaliar a implementação do modelo de educação “cívico-militar” nas escolas da rede pública municipais e estaduais de todo o país. A missão, de acordo com o decreto, ficará a cargo da Secretaria de Educação Básica.

A ideia de Bolsonaro, defendida desde quando ele ainda era candidato, é a expansão de colégios militares em todo o país. Ainda em seu plano de governo, o presidente propunha a instalação, em dois anos, de “um colégio militar em todas as capitais de Estado”. Pelo decreto, as escolas estaduais e municipais deverão adotar os modelos de educação usados por colégios militares do Exército, das Polícias e do Corpo de Bombeiros.

O site Pleno News esclarece bem este assunto, veja aqui .

Militares e civis atuando em conjunto

  • Em primeiro lugar, o decreto não exclui os professores civis, ou seja, pessoas que não são militares. Ele apenas estabelece a união entre os militares e a escola, fazendo com que exista uma parceria para o benefício da mesma.
  • O professor civil continua tendo voz ativa na sala de aula, exercendo a sua função normalmente, ensinando os conteúdos estabelecidos pela grade curricular do Ministério da Educação (MEC), que devem se ajustar aos novos parâmetros do governo. Os militares apenas auxiliam o trabalho dos professores, podendo intervir em caso de necessidade para a manutenção da disciplina, por exemplo, ou ensino de conteúdos para os quais forem habilitados a ensinar.
  • O texto do decreto divulgado pelo MEC deixa isso claro, ao dizer que a função dos militares “terá como meta a resolução de pequenos conflitos que serão prontamente gerenciados, bem como a utilização destes como tutores educacionais, para a garantia da proteção individual e coletiva, dentre outras ações, visando a disciplina geral da escola”.
  • Além disso, o texto também explica que “os militares contribuirão com sua visão organizacional e sua intrínseca disciplina, e os civis com seus conhecimentos pedagógicos, todos juntos fazendo parte desta proposta de estrutura educacional” 
  • A disciplina como foco
    • Em segundo lugar, no contexto do Brasil, onde a violência escolar é uma triste e vergonhosa realidade, atingindo alunos e até professores, muitos dos quais são agredidos fisicamente pelos próprios discentes, a implantação do modelo cívico-militar nas escolas do país é um marco para a história da nossa educação.
    • O que está em questão não é apenas a proteção física dos professores e alunos contra possíveis agressores, mas a inclusão de figuras de referência para os estudantes. Os militares, homens e mulheres, representam modelos de disciplina e respeito a serem seguidos. Uma criança ou adolescente que convive diariamente com esse modelo, se identifica com ele, absorvendo suas características.
      • A falta de referenciais sólidos é um problema sério para os jovens da atualidade, por conta da dispersão do modelo familiar, substituído muitas vezes pelos ícones da internet e das mídias em geral. A escola é o local de maior convivência de crianças e adolescentes, onde passam grande parte do dia por anos de suas vidas. Ter nesse espaço modelos que inspiram disciplina, educação e perseverança, é extremamente positivo.
      • Vale ressaltar que a implantação do modelo cívico-militar é gradual, pois requer a colaboração dos estados e municípios. Mas, sem dúvida, há o interesse de todos para a melhoria da educação no Brasil, especialmente no tocante à violência escolar, e isso deve servir de norte para que pais, mães e profissionais em geral, contribuam fazendo cada um a sua parte.

      Segurança para todos

      • Finalmente, o terceiro ponto em destaque é o combate explícito à violência. A simples presença de militares no ambiente escolar intimida a investida de criminosos e aliciadores de menores para o tráfico de drogas, uma realidade presente nas instituições localizadas em regiões mais vulneráveis.
      • Professores e alunos ficarão mais protegidos, os pais mais tranquilos, e a sociedade agradecida por saber que o espaço escolar não servirá de palco para a promoção da violência, uso de drogas e prostituição, sendo este último, outro grande problema enfrentado em muitas escolas.

 

Dias melhores virão, enquanto eles se preocupam com a cor da roupa de nossas crianças, nossos deputados e o presidente querem , assim como os pais ,ordem e disciplina na escolas.

Contamos com  apoio do Coronel Henrique para implantação do Escola sem partido em Curvelo.

Curvelo, 17/01/2019 9;28h

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José Carlos Martins

Economista graduado pela PUC-MG, pós graduando em Engenharia de Produção ,técnico em administração de empresas, ex- reservista TG 04/29 Exército Brasileiro .Membro do grupo Direita Curvelo desde outubro 2017. Cristão , conservador
José Carlos Martins
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