O dia em que Glenn Greenwald foi desmascarado –

Supostas mensagens da Lava Jato com “erro de edição” e datas incorretas e desmentido de procuradora.

Nesta sexta-feira, o The Intercept divulgou novos conteúdos sobre supostas conversas atribuídas a procuradores do Ministério Público Federal a respeito do então juiz da Lava Jato Sergio Moro.

No entanto, no print publicado em sua página , uma frase é atribuída ao procurador Ângelo Goulart Vilella, representante do MPF que chegou a ser preso em 2017.

Algum tempo depois, Glenn excluiu a publicação e fez um novo tweet alterando o nome do procurador para Ângelo Augusto Costa.

Questionado pelos seguidores, Glenn declarou que a alteração nos nomes “foi um erro de edição apanhado pela checagem de fatos antes da publicação”.

Segundo informações do site Conjur, o procurador Villela foi preso em 2017 sob acusação de receber dinheiro para repassar informações sigilosas a Joesley Batista, dono do frigorífico JBS.

Em delação premiada, o empresário afirmou que Villela recebeu propina para contar detalhes internos da chamada Operação Greenfield, que investiga a existência de esquema de fraudes em fundos de pensão de funcionários de estatais.

Ao contrário do que Greenwald tentou justificar, jornalistas honestos não “editam” reproduções de provas. A checagem de fatos existe apenas para evitar inconsistências em textos de reportagens, não para alterar informações de um suposto acervo vazado por “fonte anônima”, como alega o Intercept.

“A justificativa de Greenwald é, na verdade, uma confissão de que o Intercept pode adulterar o conteúdo do que exibe como documentos”, frisa O Antagonista.

Além disso, na matéria do Intercept também existiam diálogos com datas incorretas.

No site, há até uma mensagem vinda do futuro – 28 de outubro de 2019, que em seguida foi corrigida para 28 de outubro de 2018.

Monique Cheker demonstra que conteúdo foi adulterado

A Procuradora da República Monique Chequer em nota divulgada neste sábado (29), afirma não reconhecer os registros divulgados pelo site The Intercept, mas assevera que na parte específica em relação a mensagens atribuídas a ela, possui dados errados e alterações de conteúdo

E justifica a adulteração da seguinte forma:

“Sobre a parte em que o The Intercept diz que escrevi: ‘Desde que eu estava no Paraná, em 2008, ele (Sergio Moro) já atuava assim. Alguns colegas do MPF do PR diziam que gostavam da pro atividade dele, que inclusive aprendiam com isso’, esclareço que, conforme pode ser obtido publicamente dos meus assentos funcionais, durante praticamente todo o ano de 2008 eu trabalhei como procuradora de contas do Ministério Publico junto ao TCE do Rio de Janeiro, cargo que assumi em 2006. Nunca tinha ouvido falar do ex-juiz Sergio Moro, muito menos tive contato com alguém do MPF/PR. Tomei posse no MPF em dezembro de 2008, com lotação numa cidade do interior do Paraná. Da posse, seguiu-se logo o curso de ingresso e vitaliciamente em Brasília, e o recesso judicial, e só fui conhecer alguém do MPF/PR que já tinha trabalhado com o ex-juiz Sergio Moro, ou menção a esse nome, tempos depois.

Não reconheço os registros remetidos pelo The Intercept, com menção a minha pessoa, mas posso assegurar que possui dados errados e alterações de conteúdo, pelos motivos expostos acima.

Acabou a farsa e quem se aliar a esta mentira , como Folha de São Paulo e VEJA estará perdendo credibilidade- A Globo já pulou fora.

Curvelo 29/06/2019 – 11:19h

Referências ; RenovamídiaConexão PoliticaJornal da Cidade

José Carlos Martins

Economista graduado pela PUC-MG, pós graduando em Engenharia de Produção ,técnico em administração de empresas, ex- reservista TG 04/29 Exército Brasileiro .Membro do grupo Direita Curvelo desde outubro 2017. Cristão , conservador
José Carlos Martins

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